Governos antidemocráticos e o futuro da Europa

Nota introdutória. Este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

A Comissão Europeia quer reduzir em 24% para a Hungria, e 23% para a Polónia as verbas dos fundos de coesão no próximo orçamento para o período de 2021 a 2027.

A razão apresentada pela Comissão é algo tecnocrática.  A Comissária Europeia da Política Regional, Corina Cretu, argumentou que “(…) nós tratamos de regiões e da sua prosperidade(…), fugindo assim à crítica que esta decisão pode ser um ato punitivo pelas atitudes vistas como antidemocráticas nesses dois países, e das criticas que se têm observado nos governos das duas nações a politicas europeias.

Porém, será mesmo só essa a razão?

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Para os liberais, como aprender com 2016 e vencer em 2017

ajmfaçO ano de 2016 foi um ano que vem dar razão as alternativas que os Democratas defendem: liberalismo económico e social, que possam combater com sucesso as propostas protecionistas, das corporações, dos grupos instalados, do conservadorismo e do populismo.

Nessa linha, apresentamos um artigo da equipa do The Economist que explica como o fazer.

“Liberals lost most of the arguments this year. They should not feel defeated so much as invigorated.”

Podem encontrar o texto aqui.

 

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