As tuas Causas, o nosso Movimento: Transportes públicos em Portugal ecológicos e eficientes

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Soube-se esta semana que o Governo vai comprar 500 “autocarros limpos” (438 autocarros a gás natural e 72 elétricos), com o primeiro-ministro e o ministro do Ambiente a “assinar os termos para encorajar a compra de mais autocarros a gás natural e elétricos”.

A medida é louvável mas escapa-nos qual a visão global do Governo para a #mobilidade #ecologica (ou se há alguma). Esperemos que não seja uma medida avulsa só para português ver.

É necessária uma estratégia nacional que também inclua a optimização dos transportes públicos (entre outros itens) para termos um Portugal mais verde.

Nesse sentido, os Democratas apresentam uma das suas Causas, com o título.

(Todos) os Transportes públicos em Portugal: ecológicos e eficientes

A campanha dos Democratas é para a alteração das regras de compra e de gestão da frota de transportes públicos, por parte do poder local e regional para até 2025 todos os transportes públicos deixarem de ser movidos a combustíveis fósseis.

O PDF da Campanha pode ser visto aqui, e estamos receptivos a quem queira trabalhar connosco para o lançamento, e acompanhamento desta Causa.

Para entrar em contacto connosco, envie um mail para: causas@democratas.pt

Pedrógão Grande: Carta Aberta

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Ao Excelentíssimo Presidente da República Portuguesa, Professor Marcelo Rebelo De Sousa;
Ao Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro da República Portuguesa, Dr. António Costa;
À Excelentíssima Ministra da Administração Interna, Doutora Constança Urbano de Sousa

Vimos por este meio solicitar informação sobre o que foi feito relativamente às famílias das 64 vítimas mortais, bem como em relação aos mais de 200 feridos e demais atingidos pela tragédia ocorrida em Pedrógao Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Góis.

Entre as nossas dúvidas destacamos:
– Qual o destino actual dos mais de 13 milhões de euros em doações, fruto da caridade e esforço dos portugueses?
– Com que celeridade chegarão esses donativos aos afectados?
– Já foram feitos os devidos requerimentos a Bruxelas para recorrer ao fundo de solidariedade europeu?

os melhores cumprimentos,
Democratas

O Trumpismo e as eleições na Europa

Nota introdutória: este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

Das poucas (muito poucas) coisas boas que se pode tirar da eleição de Donald Trump para Presidente dos Estados Unidos, uma delas tem sido o efeito (juntamente com o Brexit, e com o “sentimento de culpa” que esse voto causou no Reino Unido) no despertar de consciências para as consequências de, na política, se tomar… vamos dizer, más decisões.

O desastre que temos visto do outro lado do Atlântico, a juntar à cada vez mais clara influência que a Rússia tenta ter em processos democráticos no ocidente, fez com que os votantes, a imprensa, e até mesmo os aparelhos políticos, começassem a assumir uma posição muito mais crítica, e vigilante, sobre as intenções que certos partidos têm (de uma forma mais, ou menos, declarada) para governar os seus países, ou a Europa.

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O Nosso Movimento, as tuas Causas

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Os Democratas pretendem afirmar-se como um movimento de causas.
Isto é, um partido político com uma identidade mas em que a iniciativa cabe ao indivíduo.

Queremos que cada pessoa, que se identifique com os nossos valores e que não se reveja no actual espaço político, possa ser um Líder, e que tenha as devidas ferramentas e apoio para lutar por uma causa e criar uma campanha cívica à volta desta.

Sabe mais sobre esta iniciativa aqui.

 

Impeachment é uma possibilidade

Nota introdutória: este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

Na espiral descendente que tem sido os últimos dias (últimas semanas, últimos meses) da Adminstração Trump, existe uma observação que é constante, e absolutamente espantosa… o Presidente Trump acha que é intocável, e que nada lhe pode, ou vai, acontecer. Não só está “confiante” nisso, como inclusive, fica admirado quando alguém acha, ou age, em contrário.

Assim, não é de admirar que o despedimento de James Comey, Diretor do FBI, tenha sido um rol de histórias mal contadas, intenções simuladas e obstrução de procedimentos, e em última análise, de justiça.

Alguns exemplos.

O New York Times relatou que dias antes de ser demitido, James Comey, pedira ao Departamento de Justiça (DOJ) um aumento significativo de recursos para a investigação  sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial. Claro que isso “não iria ser aceite” pela Administração, ou até mesmo pelo DOJ, uma vez que Jeff Sessions, o responsável pelo Departamento foi… um dos membros da campanha Trump.

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Liberdade de Expressão e Imprensa atacada

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Liberdade de Expressão e Imprensa novamente atacadas numa democracia:
“Jornalista fez tantas vezes a mesma pergunta à Administração Trump que foi detido”

Este é o período da história com o maior risco no atentado à liberdade de expressão e de imprensa, conforme já referimos num texto anterior.
A coberto de argumentos de ordem pública e segurança, diversos governos criminalizam a possibilidade de intervenção, de questionamento, e de informar. Algo que começa a surgir por toda a Europa (de salientar Polónia, Hungria, Turquia e obviamente a Rússia).

Portugal não é excepção. Com o beneplácito de alguns directores, e jornalistas, a censura e a auto-censura ganham terreno, evitando tocar nas feridas da nossa sociedade, com receio de ofender ou desagradar o poder. Uma Democracia forte, com cidadãos activos e informados não é feita com base em jornalismo cor-de-rosa, clickbaits ou factos alternativos.

Esperemos que os jornalistas não acordem quando já for tarde e comecem, desde já, a assumir os seus deveres e responsabilidades.

Os Democratas defendem um Portugal Livre e Democrático em que os indivíduos sejam inseridos numa democracia liberal, com as inerentes liberdades política, de expressão e de imprensa.

Dia da Europa 2017

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O Dia da União Europeia (ou Dia da Europa) é hoje celebrado, marcando 67 anos da “Declaração de Schuman”.

Essa simples Declaração, elaborada por dois dos pais fundadores da UE (Robert Schuman e Jean Monnet), foi a semente, que lançada, se transformou numa árvore, cuja sombra abrange 28 países e mais de 510 milhões de pessoas.

As raízes ideológicas na qual assenta este projecto: Paz, Democracia, Liberdade, Prosperidade, União, e Cooperação entre os Povos Europeus; estão hoje ameaçadas por forças internas e externas. A continuação, e o fortalecimento, desta União depende de um maior envolvimento dos cidadãos na defesa desse ideais.

Sabemos que o nosso futuro está na Europa.
Somos europeístas convictos, mas não acríticos.
Somos cidadãos do mundo e acreditamos num mundo livre de barreiras políticas, onde a liberdade de circulação de cidadãos e de troca de bens, e de serviços, seja a normalidade, não a exceção à regra.

Para tal precisamos de uma União forte e renovada, feita de, e para os povos, onde os líderes assumam os seus deveres e responsabilidades, onde os cidadãos possam construír pacificamente um futuro melhor.

A França decidiu Macron

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A França decidiu eleger Macron.

Decidiu confiar no centro democrata, racional e pragmático, ao invés de embarcar numa aventura populista extremista, guiada pela ignorância e pelo medo.

Decidiu renovar a confiança na Europa e na União e não nas miragens do nacionalismo e do divisionismo.

Decidiu, colocar um jovem de 39 no leme do país, sinal de uma renovação e de uma revolução. Sinal de uma geração que continua a acreditar nos ideias de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Assim, 7 de maio não passou em claro, juntando-se a outras datas simbólicas que tornam a Europa, e França, verdadeiramente grande nos seus valores e ideais. Lembramos que 8 de maio é dia da Vitória na Europa, data formal que marca a derrota da Alemanha Nazi, e que 9 de maio é o Dia da União Europeia.

Os Democratas juntam assim a sua voz, nesta verdadeira Ode à Alegria, como centristas e europeístas que somos e desejamos as maiores felicidades a Emmanuel Macron.

Também desejamos estender os votos de sucesso para as próximas legislativas ao movimento En Marche. Igualmente desejamos sucesso, nas respetivas eleições, aos Liberal Democrats (UK) e ao FDP (Alemanha). Os Democratas estão a trabalhar para igualmente criar em Portugal um movimento alternativo credível ao sistema esquerda/direita caduco e aos populismos que sobem o tom de voz.

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Liberdade de Imprensa: #WorldPressFreedomDay 2017

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Os Democratas defendem um Portugal Livre e Democrático em que os indivíduos sejam inseridos numa democracia liberal, com as inerentes liberdades política, de expressão e de imprensa, livres de viver segundo os seus padrões e não por aqueles definidos por outros indivíduos, organizações ou Estado. Assim sendo, não podemos deixar passar em branco este #WorldPressFreedomDay sem fazer uma breve análise do panorama actual em termos de liberdade de imprensa.

Segundo o Ranking da Liberdade de Imprensa 2017, publicado à poucos dias pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Portugal ocupa a 18.ª posição no ranking, subindo cinco lugares em relação à posição que ocupava no ano passado (em 2002 ocupavamos a 7ª posição).

No entanto, não podemos esquecer que entre janeiro de 2005 e janeiro de 2017, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou Portugal 21 vezes por ter violado o artigo 10º da Declaração Europeia dos Direitos do Homem:

“Artigo 10.º
1- Qualquer pessoa tem direito a liberdade de expressão. Este direito compreende a liberdade de opinião e a liberdade de receber ou de transmitir informações ou ideais sem que possa haver ingerência de quaisquer autoridades públicas e sem considerações de fronteiras. O presente artigo não impede que os estados submetam as empresas de radiodifusão, de cinematografia ou de televisão a um regime de autorização prévia.
2- O exercício destas liberdades, porquanto implica deveres e responsabilidades, pode ser submetido a certas formalidades, condições, restrições ou sanções, previstas pela lei, que constituam providencias necessárias, numa sociedade democrática, para a segurança nacional, a integridade territorial ou a segurança pública, a defesa da ordem e a prevenção do crime, a protecção da saúde ou da moral, a protecção de honra ou dos direitos de outrem, para impedir a divulgação de informações confidenciais, ou para garantir a autoridade e a imparcialidade do Poder Judicial.”

Este número de condenações é 3 vezes superior à média europeia.

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100 dias de Administração Trump e uma nova iniciativa dos Democratas

Nota introdutória: este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

Apesar de ser um “marco” totalmente artificial (muito graças à imprensa), os 100 dias de uma qualquer Administração na Casa Branca tem servido de barómetro, mesmo que muito inicial, de como está a correr a Presidência, assim como a governação dos Estados Unidos da América.

Já é sobejamente conhecida a nossa opinião em relação ao senhor Donald J. Trump. Porém, e agora passados estes 100 dias, e usando uma expressão dos nossos amigos Americanos, dá vontade de dizer “well…I told you so” (não na opinião de Donald Trump –  e dos seus votantes – que pelo contrário afirmam que “no Administration has done more in the first 90 days”).

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Crédito para Pat Byrnes do New Yorker

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