A Europa precisa de se defender de um Presidente perigoso

back À medida que continuamos a ver o desastre que está a acontecer no outro lado do Atlântico, queremos propor para  leitura um artigo da equipa Editorial do Der Spiegel, a conhecida revista Alemã.

E a pergunta é fácil de fazer, se uma vez a América salvou a Europa da Alemanha, poderá ser agora a Alemanha a salvar a Europa da América?

“The United States president is becoming a danger to the world. It is time for Germany and Europe to prepare their political and economic defenses.”

O artigo pode ser encontrado aqui.

Voto aos 16 anos

VOTO16

Os Democratas e os subscritores desta petição pedem ao Governo e à Assembleia da República que legislem no sentido de baixar a idade mínima de voto para os 16 anos, tendo em conta: 

Direito à Participação Democrática 
O direito de voto é um elemento-chave da participação nos processos democráticos. É preciso reconhecer que os jovens de hoje têm um maior conhecimento da sociedade e estão mais informados do que as gerações anteriores. Devemos reconhecer os pontos de vista dos jovens, dando-lhes uma verdadeira influência no destino do país e das políticas que influenciam o seu futuro, encorajando-os a participar nos processos de tomada de decisão. 

Défice Democrático 
O fosso entre as instituições democráticas, os representantes eleitos e os partidos políticos, por um lado, e os cidadãos, por outro, está crescendo. O desencanto com a política, a desconfiança em relação aos partidos políticos e a complexidade dos processos democráticos de tomada de decisão está criando um défice democrático. É por isso que os decisores de todos os níveis precisam de reconhecer que a democracia sustentável depende da participação de todos os cidadãos, especialmente das gerações mais jovens, nos processos decisórios democráticos, na sociedade civil e nas organizações da sociedade civil. 

Mudança Demográfica 
Dentro de alguns anos a composição dos eleitores em Portugal, e na Europa, será muito diferente da que é hoje. Em geral, a esperança de vida está a aumentar e a proporção de jovens na população está a diminuir. Portugal é hoje um dos países mais envelhecidos da Europa e a tendência tende a piorar. Por conseguinte, existe uma grande necessidade de estabelecer uma plataforma política pública para melhorar o diálogo intergeracional e transferir o discurso intergeracional para os parlamentos, colocando os problemas dos mais jovens na agenda política.

Aos 16 anos, o menor torna-se criminalmente responsável, pode perfilhar e pode casar-se.
Pode também trabalhar (caso tenha concluído a escolaridade obrigatória) e administrar os bens adquiridos por esse trabalho, logo passa também a descontar para a segurança social e a pagar impostos sobre os seus rendimentos.
Pode ainda tirar a carta de condução em algumas categorias de veículos, entre outros direitos e deveres previstos na lei.
Parece-nos então natural alargar o âmbito dos direitos para que incluam também o direito a votar.

Assim, defendemos que votação aos 16 anos é apenas uma das muitas medidas necessárias para garantir que os jovens possam realmente participar na vida democrática e que possam influenciar as decisões que definirão o seu futuro.

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Europeus mobilizam-se contra Trump

eveComo seria de esperar, os Europeus começam a mobilizar-se contra o “teatro de horrores” que está a vir da Casa Branca nos Estados Unidos.

Tanto a nível das esferas mais altas da política (no Reino Unido, na União Europeia), também os cidadãos estão a expressar a sua vontade em participar no processo de mostrar ao Presidente Trump, seja em petições ou em debates.

Os Membros Individuais (MI) da ALDE (Alliance of Liberals and Democrats for Europe) fez ressalva de dois eventos, sendo um organizado pelos MI-ALDE em Portugal, juntamente com o Movimento Liberal Social, onde os Democratas estiveram presentes.

A notícia pode ser lida aqui, e faz eco de um outro encontro na Alemanha, onde também a Administração Trump foi assunto de interesse.

Para os liberais, como aprender com 2016 e vencer em 2017

ajmfaçO ano de 2016 foi um ano que vem dar razão as alternativas que os Democratas defendem: liberalismo económico e social, que possam combater com sucesso as propostas protecionistas, das corporações, dos grupos instalados, do conservadorismo e do populismo.

Nessa linha, apresentamos um artigo da equipa do The Economist que explica como o fazer.

“Liberals lost most of the arguments this year. They should not feel defeated so much as invigorated.”

Podem encontrar o texto aqui.

 

O liberalismo como alternativa inteligente

untNos Democratas, estamos principalmente preocupados com o avanço dos extremismos, sejam eles qual forem.

Assim, apresentamos este artigo de Matthew d’Ancona, publicado no The Guardian, que nós parece ser um contributo importante.

“Still, in every other respect, it really is time to stop sobbing and toughen up. So here are my 10 tips for liberals of all kinds hoping to stop the march of the right in 2017.”

Podem encontrar o texto aqui.

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Uma opinião sobre a questão Síria

allepoNos Democratas, estamos principalmente atentos aos diferentes focos de tensão mundial, no grande palco da geoestratégia e da realpolitik.

Apresentando uma alternativa às explicações habituais sobre a guerra na Síria, partilhamos uma análise de Carlos Fino que nos parece ir no sentido certo.

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#NovoAno #NovoCentro

assinaturasdemocratas

Começa agora um novo ano.
Desejamos que este seja um ano de Felicidade, de Prosperidade e de Mudança.

Mas para ser feliz, para alcançar o sucesso, para mudar algo não basta desejar, é preciso agir.
Assim, convidamos-te a agir. 
Juntos vamos transformar o nosso desejo de mudança em realidade:

1 – Participa na nossa Campanha de Recolha de Assinaturas com o objectivo de constituir formalmente o partido Democratas. Imprime, assina e partilha (não te esqueças de usar #novocentro nas tuas partilhas)
2 – Lê o nosso Manifesto, conhece os nosso valores, espalha a mensagem
3 – Junta-te a nós formalmente, preenche a Ficha de Adesão

Obrigado

#NovoAno #NovoPortugal #NovoCentro

A “invasão” Russa

motherrNo que pode ser considerado a construção de uma nova “ordem mundial”, que se materializa aos nossos olhos cada dia que passa, já não é possível haver qualquer pretensão que a Federação Russa não é, neste momento, a maior ameaça à coesão do mundo Ocidental, ou pelo menos como conhecemos essa coesão depois da Segunda Guerra Mundial.

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A Administração Trump e os Estados Unidos

magaTerminamos (para já) com esta apresentação de problemas que podem advir de uma Administração Trump na Casa Branca. E, curiosamente, quem mais pode vir a sofrer sobre a sua presidência… acabam por ser os Americanos.

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A Administração Trump e a Europa

eurotruDepois duma apresentação da possível influência que a Administração Trump pode ter sobre o globo, em particular na questão das alterações climáticas, outra preocupação, para nós deste lado do Atlântico Norte, é se o Presidente-eleito, irá atuar da forma como tem ameaçado fazer relativamente a questões de política externa. A verificar-se isso, e no pior dos cenários, podemos ter muitas movimentações antidemocratas na Europa, assim como tentativas de minar parecerias entre os países que formam a União Europeia.

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