35 milhões de Americanos que votaram em Trump, não votaram em Trump

Nota introdutória: este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas, reagindo ao que se está a passar nos Estados Unidos.

O meu interesse pela política americana não é puramente académico. Tendo vivido nos Estados Unidos durante quatro anos, especialmente desde o tumultuoso período do pós 11 de setembro, até o primeiro ano do segundo mandato da Administração George W. Bush.

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Presidente Trump e os Elefantes cobardes

Numa entrevista ao New York Times, a semana passada, o Presidente dos Estados Unidos “ventilou” a hipótese (seguramente como um trial balloon, recomendado pelos seus advogados) de impedir a investigação que está a ser liderada pelo Procurador-Especial Robert Mueller, ou até mesmo, obrigar o Department of Justice (DOJ) a despedir Bob Mueller. E soube-se, no mesmo dia, que os advogados de Trump, a mando deste, andam a investigar se o Presidente tem poderes para perdoar-se a si, e a membros da sua Administração e família, de algum processo criminal onde possam ser indiciados.

Isto, na mesma altura que foi tornado público que Donald Trump Jr aceitou comparecer numa reunião, com alguém associado ao governo Russo, e com uma troca de e-mail onde o “assunto da mensagem” era… Russia – Clinton – Private and Confidential!!

A resposta do Jr? “Se é aquilo que diz, eu adoro, especialmente na parte final do verão.”

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Da Polónia, com amor

Nota introdutória: este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

No verão de 2010, passeando pelas ruas de Old Town de Varsóvia, mão dada com a maravilhosa Anna (Ania) B, que tive a felicidade, durante dois anos, de ser minha namorada, foram-me mostradas, aqui e ali, as cicatrizes que a cidade expõe, orgulhosamente, de um passado recente, onde o povo polaco, e particularmente os habitantes de Varsóvia, sofreram atos horríveis de crueldade.

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As tuas Causas, o nosso Movimento: Transportes públicos em Portugal ecológicos e eficientes

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Soube-se esta semana que o Governo vai comprar 500 “autocarros limpos” (438 autocarros a gás natural e 72 elétricos), com o primeiro-ministro e o ministro do Ambiente a “assinar os termos para encorajar a compra de mais autocarros a gás natural e elétricos”.

A medida é louvável mas escapa-nos qual a visão global do Governo para a #mobilidade #ecologica (ou se há alguma). Esperemos que não seja uma medida avulsa só para português ver.

É necessária uma estratégia nacional que também inclua a optimização dos transportes públicos (entre outros itens) para termos um Portugal mais verde.

Nesse sentido, os Democratas apresentam uma das suas Causas, com o título.

(Todos) os Transportes públicos em Portugal: ecológicos e eficientes

A campanha dos Democratas é para a alteração das regras de compra e de gestão da frota de transportes públicos, por parte do poder local e regional para até 2025 todos os transportes públicos deixarem de ser movidos a combustíveis fósseis.

O PDF da Campanha pode ser visto aqui, e estamos receptivos a quem queira trabalhar connosco para o lançamento, e acompanhamento desta Causa.

Para entrar em contacto connosco, envie um mail para: causas@democratas.pt

Pedrógão Grande: Carta Aberta

dems

Ao Excelentíssimo Presidente da República Portuguesa, Professor Marcelo Rebelo De Sousa;
Ao Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro da República Portuguesa, Dr. António Costa;
À Excelentíssima Ministra da Administração Interna, Doutora Constança Urbano de Sousa

Vimos por este meio solicitar informação sobre o que foi feito relativamente às famílias das 64 vítimas mortais, bem como em relação aos mais de 200 feridos e demais atingidos pela tragédia ocorrida em Pedrógao Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Góis.

Entre as nossas dúvidas destacamos:
– Qual o destino actual dos mais de 13 milhões de euros em doações, fruto da caridade e esforço dos portugueses?
– Com que celeridade chegarão esses donativos aos afectados?
– Já foram feitos os devidos requerimentos a Bruxelas para recorrer ao fundo de solidariedade europeu?

os melhores cumprimentos,
Democratas

O Trumpismo e as eleições na Europa

Das poucas (muito poucas) coisas boas que se pode tirar da eleição de Donald Trump para Presidente dos Estados Unidos, uma delas tem sido o efeito (juntamente com o Brexit, e com o “sentimento de culpa” que esse voto causou no Reino Unido) no despertar de consciências para as consequências de, na política, se tomar… vamos dizer, más decisões.

O desastre que temos visto do outro lado do Atlântico, a juntar à cada vez mais clara influência que a Rússia tenta ter em processos democráticos no ocidente, fez com que os votantes, a imprensa, e até mesmo os aparelhos políticos, começassem a assumir uma posição muito mais crítica, e vigilante, sobre as intenções que certos partidos têm (de uma forma mais, ou menos, declarada) para governar os seus países, ou a Europa.

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O Nosso Movimento, as tuas Causas

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Os Democratas pretendem afirmar-se como um movimento de causas.
Isto é, um partido político com uma identidade mas em que a iniciativa cabe ao indivíduo.

Queremos que cada pessoa, que se identifique com os nossos valores e que não se reveja no actual espaço político, possa ser um Líder, e que tenha as devidas ferramentas e apoio para lutar por uma causa e criar uma campanha cívica à volta desta.

Sabe mais sobre esta iniciativa aqui.

 

Impeachment é uma possibilidade

Na espiral descendente que tem sido os últimos dias (últimas semanas, últimos meses) da Adminstração Trump, existe uma observação que é constante, e absolutamente espantosa… o Presidente Trump acha que é intocável, e que nada lhe pode, ou vai, acontecer. Não só está “confiante” nisso, como inclusive, fica admirado quando alguém acha, ou age, em contrário.

Assim, não é de admirar que o despedimento de James Comey, Diretor do FBI, tenha sido um rol de histórias mal contadas, intenções simuladas e obstrução de procedimentos, e em última análise, de justiça.

Alguns exemplos.

O New York Times relatou que dias antes de ser demitido, James Comey, pedira ao Departamento de Justiça (DOJ) um aumento significativo de recursos para a investigação  sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial. Claro que isso “não iria ser aceite” pela Administração, ou até mesmo pelo DOJ, uma vez que Jeff Sessions, o responsável pelo Departamento foi… um dos membros da campanha Trump.

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Liberdade de Expressão e Imprensa atacada

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Liberdade de Expressão e Imprensa novamente atacadas numa democracia:
“Jornalista fez tantas vezes a mesma pergunta à Administração Trump que foi detido”

Este é o período da história com o maior risco no atentado à liberdade de expressão e de imprensa, conforme já referimos num texto anterior.
A coberto de argumentos de ordem pública e segurança, diversos governos criminalizam a possibilidade de intervenção, de questionamento, e de informar. Algo que começa a surgir por toda a Europa (de salientar Polónia, Hungria, Turquia e obviamente a Rússia).

Portugal não é excepção. Com o beneplácito de alguns directores, e jornalistas, a censura e a auto-censura ganham terreno, evitando tocar nas feridas da nossa sociedade, com receio de ofender ou desagradar o poder. Uma Democracia forte, com cidadãos activos e informados não é feita com base em jornalismo cor-de-rosa, clickbaits ou factos alternativos.

Esperemos que os jornalistas não acordem quando já for tarde e comecem, desde já, a assumir os seus deveres e responsabilidades.

Os Democratas defendem um Portugal Livre e Democrático em que os indivíduos sejam inseridos numa democracia liberal, com as inerentes liberdades política, de expressão e de imprensa.

Dia da Europa 2017

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O Dia da União Europeia (ou Dia da Europa) é hoje celebrado, marcando 67 anos da “Declaração de Schuman”.

Essa simples Declaração, elaborada por dois dos pais fundadores da UE (Robert Schuman e Jean Monnet), foi a semente, que lançada, se transformou numa árvore, cuja sombra abrange 28 países e mais de 510 milhões de pessoas.

As raízes ideológicas na qual assenta este projecto: Paz, Democracia, Liberdade, Prosperidade, União, e Cooperação entre os Povos Europeus; estão hoje ameaçadas por forças internas e externas. A continuação, e o fortalecimento, desta União depende de um maior envolvimento dos cidadãos na defesa desse ideais.

Sabemos que o nosso futuro está na Europa.
Somos europeístas convictos, mas não acríticos.
Somos cidadãos do mundo e acreditamos num mundo livre de barreiras políticas, onde a liberdade de circulação de cidadãos e de troca de bens, e de serviços, seja a normalidade, não a exceção à regra.

Para tal precisamos de uma União forte e renovada, feita de, e para os povos, onde os líderes assumam os seus deveres e responsabilidades, onde os cidadãos possam construír pacificamente um futuro melhor.

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