Como Putin consegue jogar em dois campos

Nota introdutória. Este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

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“Não é nosso interesse estar a dividir alguma coisa, ou pessoas umas das outras, na Europa. Pelo contrário, nós queremos ver uma União Europeia unida e prospera porque a União Europeia é o nosso maior parceiro económico e comercial. Quanto mais problemas existirem na União Europeia maiores são os riscos e as incertezas para nós.”

Estes “nós” são a Federação Russa, e quem disse estas palavras foi Vladimir Putin, pouco antes de viajar para Viena para se encontrar com Sebastian Kurz, o Chanceler Austríaco.

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Migrações: um desafio a resolver na Europa e pelos Europeus

Nota introdutória. Este é um artigo da responsabilidade de Ricardo Silvestre, dos Democratas.

Na questão das migrações, e de pessoas em dificuldades e a necessitar de exílio, é fácil observar que existe um cisma entre aquilo que é percebido pelos políticos como importante, aquilo que os Europeus pensam ser importante, aquilo que se está a fazer e aquilo que é preciso fazer.

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Governos antidemocráticos e o futuro da Europa

Nota introdutória. Este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

A Comissão Europeia quer reduzir em 24% para a Hungria, e 23% para a Polónia as verbas dos fundos de coesão no próximo orçamento para o período de 2021 a 2027.

A razão apresentada pela Comissão é algo tecnocrática.  A Comissária Europeia da Política Regional, Corina Cretu, argumentou que “(…) nós tratamos de regiões e da sua prosperidade(…), fugindo assim à crítica que esta decisão pode ser um ato punitivo pelas atitudes vistas como antidemocráticas nesses dois países, e das criticas que se têm observado nos governos das duas nações a politicas europeias.

Porém, será mesmo só essa a razão?

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Fom Poland, with love

Introductory note. This is an opinion piece written by Ricardo Silvestre, of the Democratas.

In the summer of 2010, walking along the streets of Warsaw’s Old Town, hand in hand with the wonderful Ania (Anna B), who I had the happiness to meet, and love, I was shown, here and there, the scars which the city proudly displays of a recent past, where the Polish people, and particularly the inhabitants of Warsaw, suffered horrible acts of cruelty.

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Uma atitude incompreensível, e irresponsável, do Governo português

Nota introdutória. Este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.
À medida que vemos um crescente número de países (24 quando escrevemos estas linhas), e até a NATO, a expulsar diplomatas Russos como resposta ao ataque a família (pai e filha) Skripal, Portugal resolve ter uma atitude incompreensível e irresponsável.
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O Ministro dos Negócios Estrangeiros disse à Agência Lusa que a decisão do Governo português “está em curso e rege-se pela defesa dos interesses nacional, europeu e da Aliança Atlântica, mas também pela autonomia, prudência e firmeza”.
Na realidade este tipo de timidez e de “isenção” não cai bem para um país que é um aliado, numa NATO, onde Portugal pertence e depende, assim como contribui para tornar o nosso país cada vez mais irrelevante.
 No lugar de estarmos no “centro da Europa” e juntarmos-nos a todos os países que mostraram solidariedade com o Reino Unido, assim como um aviso a Putin e ao Kremlin. Até mesmo os Estados Unidos, com tudo o que sabemos sobre o Presidente Trump e a sua “dependência” de estar nas boas-graças do Presidente Russo, expulsaram também eles diplomatas e fecharam consulados.
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Esperemos que esta decisão do executivo não seja por pressões de uma esquerda radical, que o governo precisa de aplacar para ter apoio na Assembleia da República. Ainda mais quando provas não faltam que Putin e o Kremlin têm tentando afectar eleições um pouco por todo o mundo, ajudado o regime da Síria, violação de espaços aéreos e marítimos internacionais, assim como um estado de guerra cibernética que vai desde notícias falsas, a bots e hackers.
Esperemos que esta posição mude, e rapidamente.

Mais um café? Um “Café Europa”, na Casa da Europa do Distrito de Lisboa

Os Democratas estão interessados na realidade Europeia, e como isso afecta os Portugueses.

Assim, temos a honra de nos associarmos à CEDL – Casa da Europa do Distrito de Lisboa, na promoção de um “Café Europa” onde se vai discutir o tema da eleição do Presidente da Comissão, e se fará a pergunta “Que modelo?” para essa eleição.

Como escreve a CEDL na explicação do evento , este é um “tema importante para um debate aberto numa perspectiva dos cidadãos.”

Assim, vamos estar na Casa da Europa esta quinta-feira, dia 22, a partir das 19:00h para mais um “Café Europa”.

Venham ter connosco, e fiquem para um debate que se torna cada vez mais necessário.

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Vamos a um café…um “Café Europa”, na Casa da Europa do Distrito de Lisboa

Os Democratas estão interessados na realidade Europeia, e como isso afecta os Portugueses.

Assim, temos a honra de nos associarmos à CEDL – Casa da Europa do Distrito de Lisboa, na promoção de um “Café Europa” onde se vai discutir o tema do Brexit, e “Que impacto para Portugal e para a União?”

Como escreve a CEDL na explicação do evento , este é um “tema importante para um debate aberto numa perspectiva dos cidadãos.”

Assim, vamos estar na Casa da Europa esta quinta-feira, dia 22, a partir das 18:30 para este Café Europa.

Venham ter connosco e fiquem para um debate que se torna cada vez mais necessário.

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Não tem nada de importante para fazer, Sr Presidente?

Nota introdutória. Este é um artigo de opinião escrito por Ricardo Silvestre, dos Democratas.

Como se não houvesse mais nada que precise de ocupar o tempo e a mente (ou o que sobra dela) do Presidente dos Estados Unidos, ficámos a saber que Trump fez uma lista 11 “prémios” de “fake news”, atacando assim a imprensa livre, um dos baluartes dos Estados Unidos.

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Fake news significa para a actual Casa Branca, GOP, e máquina propagandista que suporta as duas coisas (FOX-News, Breitbart, etc) “qualquer notícia com que não estamos de acordo, ou que de alguma maneira mostra aquilo que realmente somos e não queremos que ninguém note.”

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Financiamento Partidário

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Agora que a proposta da nova lei para financiamento dos partidos volta para a Assembleia da República, não deixa de ser interessante notar que um lado das bancadas parlamentares parece não ter problemas com a ideia de devolver esse diploma ao Presidente da República, que assim não terá outra hipótese que não o promulgar.

Este é o mesmo lado das bancadas que sempre se assumiu como um “centro moralista” da política Portuguesa, na defesa dos “pequenos” e dos “sem vantagens e sem acesso”, e que tantas vezes fazem uma crítica à política como apenas uma luta de poder, e de criação de condições desiguais entre governantes e governados.

Agora, esse mesmo lado das bancadas está confortável com a ideia de uma lei injusta e ignóbil, principalmente num país onde milhares de pessoas passam por dificuldades, e lutam por ter condições para uma vida desafogada e digna. Nessa ala, mais à esquerda do hemiciclo, os partidos procuram-se benesses, não reconhecidas a outras organização ou pessoas que, “no terreno”, fazem aquilo que esses mesmos partidos mais dizem defender.

Ficamos assim a saber que esse quadrante político acaba por cair na total falta de vergonha, aproveitando a oportunidade de ter alguma influência no governo da Nação, para promover todas as coisas que se dizem ser contra: abuso de poder, oportunismo político, falta de transparência, hipocrisia moral.

É verdade que assim é um pouco por todo o espectro partidário, mas a esquerda sempre se arrogou a ser a mais moralista a fazer política. Faz o que eu digo mas não faças o que eu faço, assim se resume este caso.

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