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NOVO CENTRO, NOVOS VALORES, NOVO PORTUGAL

Nos últimos 40 anos, Portugal tem vivido uma democracia bipartidária que nos encaminhou a múltiplos resgates, que comprovam o falhanço dos modelos governativos seguidos. Os atores políticos que ocuparam em rotatividade os diversos cargos e funções do Estado não souberam nem implementar estratégias para os desafios que um mundo em globalização coloca, nem dar resposta aos anseios de múltiplas gerações de portugueses.

É necessário traçar um novo caminho, com novos intervenientes e novas propostas. Pensar e fazer uma nova política, que emane do centro da sociedade, que oiça os nossos cidadãos e repense estrategicamente o nosso país.

Assim, tomamos na nossa consciência e nas nossas mãos a tarefa de lançar uma nova solução política que defenda um Portugal:

  • SUSTENTÁVEL ECONOMICAMENTE
    em que um Estado social garanta a igualdade de oportunidades e uma rede de segurança universal, de forma sustentável, de acordo com a realidade económica do país, recusando o transferir de obrigações para os nossos filhos e netos;
  • SUSTENTÁVEL AMBIENTALMENTE
    em que não hipotequemos o futuro em nome de geração de riqueza no curto prazo. Devemos passar às próximas gerações o país, e planeta, em melhores condições do que o recebemos;
  • ÉTICO E TRANSPARENTE
    em que a economia, a política e a sociedade, de uma forma geral, sejam livre de corrupção. Em que os cidadãos possam saber a cada momento o real estado do seu país, tenham meios de ser escutados e os políticos respondam perante os cidadãos;
  • LIVRE E DEMOCRÁTICO
    em que os indivíduos sejam inseridos numa democracia liberal, com as inerentes liberdades política, de expressão e de imprensa, livres de viver segundo os seus padrões e não por aqueles definidos por outros indivíduos, organizações ou Estado;
  • EMPREENDEDOR E INOVADOR
    em que os cidadãos possam construir o seu futuro e não sejam travados pelo Estado ou pela sociedade a cada passo;
  • GLOBAL
    em que uma visão cosmopolita do mundo abrace a cooperação internacional entre países fundados no respeito pelos direitos e liberdades individuais. Sabemos que o nosso futuro está na Europa, mas não esquecemos os nossos laços históricos e culturais, nem os nossos aliados.

A dignidade individual, e a igualdade de oportunidades exigem a garantia, pelo Estado, da provisão de uma educação de qualidade que dê o espírito crítico necessário à cidadania, e as competências técnicas necessárias para o sucesso, assim como um sistema de saúde e de segurança social que garantam a qualidade de vida de cada cidadão.

Todos os gastos públicos devem ser cobertos essencialmente com receitas provenientes de impostos, sem ocultação da despesa, nem desresponsabilização do presente em prejuízo do futuro. As gerações futuras não podem pagar com juros os gastos com que os políticos atuais compram os votos no presente.

Recusamos o intervencionismo económico, a simplificação do sistema jurídico e fiscal é a melhor ajuda que o estado pode dar à economia. Ao Estado, mais do que dirigir a economia, cabe-lhe criar condições para que os cidadãos possam gerar riqueza e regular para que se construa um futuro melhor para todos e não só para alguns.

Acreditamos que a soberania moral do indivíduo é o pilar de qualquer sociedade livre. O Estado deve ser religiosamente neutro, garantindo não só a igualdade jurídica de todos os cidadãos, como também total autonomia do indivíduo sobre si. Princípios como a liberdade de expressão e de associação são pilares fundamentais da nossa sociedade.

Acreditamos que a globalização é um fenómeno fundamentalmente positivo, alargando as possibilidades de todos os indivíduos para viajar, trabalhar e comunicar com outras culturas. Temos uma visão cosmopolita que acumula os nossos laços com a lusofonia, com a nossa integração na construção Europeia com base em alicerces democráticos e com o aprofundamento dos laços transatlânticos no seio de uma aliança não só militar, mas também comercial e económica. Defendemos o desaparecimento gradual de todas as barreiras ao movimento de pessoas, ideias, bens, capitais e serviços, entre países que se fundem num estado de direito democrático, com respeito pelos direitos humanos, civis e políticos, e pela economia de mercado.

Acreditamos que Portugal tem potencial para se tornar num país próspero, que não exporte pessoas, mas sim ideias, bens e serviços.

E é por tudo isto que nos propomos a um novo projecto político: pragmático, construtivo e reformador. Um novo projecto político que vai buscar as ideias que melhor sirvam Portugal, criando soluções realistas e sustentáveis para um melhor futuro.

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