Uma atitude incompreensível, e irresponsável, do Governo português

À medida que vemos um crescente número de países (24 quando escrevemos estas linhas), e até a NATO, a expulsar diplomatas Russos como resposta ao ataque a família (pai e filha) Skripal, Portugal resolve ter uma atitude incompreensível e irresponsável.
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O Ministro dos Negócios Estrangeiros disse à Agência Lusa que a decisão do Governo português “está em curso e rege-se pela defesa dos interesses nacional, europeu e da Aliança Atlântica, mas também pela autonomia, prudência e firmeza”.
Na realidade este tipo de timidez e de “isenção” não cai bem para um país que é um aliado, numa NATO, onde Portugal pertence e depende, assim como contribui para tornar o nosso país cada vez mais irrelevante.
No lugar de estarmos no “centro da Europa” e juntarmos-nos a todos os países que mostraram solidariedade com o Reino Unido, assim como um aviso a Putin e ao Kremlin. Até mesmo os Estados Unidos, com tudo o que sabemos sobre o Presidente Trump e a sua “dependência” de estar nas boas-graças do Presidente Russo, expulsaram também eles diplomatas e fecharam consulados.
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Esperemos que esta decisão do executivo não seja por pressões de uma esquerda radical, que o governo precisa de aplacar para ter apoio na Assembleia da República. Ainda mais quando provas não faltam que Putin e o Kremlin têm tentando afectar eleições um pouco por todo o mundo, ajudado o regime da Síria, violação de espaços aéreos e marítimos internacionais, assim como um estado de guerra cibernética que vai desde notícias falsas, a bots e hackers.
Os Democratas esperam que esta posição mude, e rapidamente.

 

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